Crianças, é a minha vez de alcançar o estrelato! Tio .faso conta seus segredos nessa entrevistas inédita (e primeira! hehe) para o Banana Craft!!!

Obrigado a Dani pelas ótimas e doces perguntas que me deixaram muito feliz!!! XD ‘Gradicido moça! X)
Ah! Para os curiosos de plantão: é a chance de ver uma fotinha da minha moça, a Aline!!! XD
Clique aqui para ler a entrevista.
Um grande abraço,
.faso

Gente! Finalmente temos uma marquinha para identificar a nossa vóvis! Com a correria da finalização da boneca dela, tive que me apressar e fazer o danado do logo. > Continue lendo
Sempre me indago sobre a forma que eu desenho – “como que eu cheguei a esse ponto de total desrespeito à anatomia?” – é uma das minhas perguntas mais correntes. Depois do comentário da Ana – em especial esse trecho:
“(…) mas eu acredito que por causa dos objetivos do .marca, a única coisa que poderá limitar seus traços é a impossibilidade de torná-los reprodutíveis no toy…
o seu desenho é o freio e o trunfo dos bonequinhos: dá para planejar antes o molde da costura e o trabalho que o toy vai dar para ganhar vida, ali, na cor do tecido, ou na expressão facial!”
Senti-me tentado a explicar um pouco sobre como cheguei a essas formas simples de desenho, o processo que eu batizei de .fasolismo – a involução do um estilo de desenhar. > Continue lendo
Durante o jantar a mente da Vovólima era inundada por pensamentos da sua juventude e como a sua vida havia caminhado até aquele momento. A indagação de Fabine sobre o seu Nasório havia ativado uma torrencial de informações sobre aquele senhor que tanto lhe fazia bem.
Por muitos e muitos anos, após a morte do seu esposo, Vovólima viveu e cuidou sozinha dos seus três filhos. Foram épocas muito difíceis, em que o salário do mês mal dava para sustentar os quatro e pagar as contas da casa. Mas com o tempo e a persistência, sonhos e conquistas foram alcançados. Só depois que todos os seus filhos cresceram, se formaram e foram embora de casa, que ela percebeu que estava sozinha novamente, sem ter alguém presente nas noites frias de inverno. É aí que o seu Nasório surge na sua vida. > Continue lendo
“- Foi só aí que fui descobrir que o seu avô não ficava apenas lendo livros na biblioteca o dia todo, mas que ele estava lá para me ver e tentar falar comigo, mas como ele era muito mais tímido do que eu, não conseguia.”… > Continue lendo
Era um suave doze de junho. O sol já estava quase indo dormir. Vovólima brincava na cozinha, preparando o jantar enquanto a Fabine permanecia sentada à mesa balançando as perninhas no ar. Ela olhava atentamente uma propaganda numa revista. Era um casal se beijando com um enorme coração ao fundo, com uns vidrinhos de perfume no canto inferior direito. Rompendo o borbulhar das panelas e o mastigar do Froid em sua ração, ela pergunta com sua esperteza costumeira:
- Vó, você ainda ama o vovô?
Os pais de Fabine ainda eram pequenos quando o seu avô faleceu. Seu único contato com ele era através de algumas fotos que ela havia visto naqueles grande álbuns de família ou ouvido nas estórias que o seu pai contava. Com um sorriso no rosto, Vovólima responde:
- Seu avô sempre terá um lugar especial no meu coração.
- Se ele tem, porque você vê o vô Nasório? – Fabine retruca erguendo as sobrancelhas.
- Deixe-me contar uma história de amor – Vovólima puxa uma cadeira, sentando-se do lado da neta.

Temos uma nova sessão, a Divulgue. Agora você poderá colocar o .marca perto de você (ou do seu blog ou site… err… você entendeu…)! Lá você encontrará buttons da Vovólima e do Froid (várias caras e bocas) que poderão estampar o seu cantinho virtual com um pouco de jujubas e, de quebra, dar uma forcinha para nós! XD
Então não perca tempo – acesso o Divulgue e espalhe o .marcamaria pelo mundo!!!!
Um grande abraço,
.faso