Túnel do Tempo

Já passou um ano de bonecagem. Acho que posso falar alguma coisa sobre essa mudança da minha vida. > Continue lendo

Já passou um ano de bonecagem. Acho que posso falar alguma coisa sobre essa mudança da minha vida. > Continue lendo

Demorou um bocado, mas finalmente consegui terminar o Daluli e conseqüentemente as fotos do passo-a-passo (P.A.P.). > Continue lendo

Sabe quando você tem a dura missão de negar algo? Para piorar a situação, não foi nenhuma propaganda indesejada ou algo do tipo – foi uma idéia feita com o coração com um propósito nobre: criar sorrisos nesse Natal. > Continue lendo

O bichinho já nasceu. Veio ao mundo às 15h30 de ontem (logo, ele é de Libra em Peixes). Ele ainda está peladinho (polvos não tem pingulim… ou tem?!) e logo-logo farei uma roupinha para evitar o atentado ao pudor (risos). > Continue lendo

E o polvinho está nascendo! > Continue lendo
Quando a Laís veio com a idéia de fazer um boneco para dar de presente para as crianças carentes no natal, nunca poderia imaginar que tantas pessoas abraçariam a idéia dessa forma. Foram muitos e-mails, comentários e links que começaram a disseminar essa idéia pelos N cantos da web.
Toda essa exposição, devo confessar, me deixou um pouco nervoso e apreensivo, pois não sabia ao certo qual seria o boneco que representaria tanto carinho e dedicação e, principalmente, seria o novo companherinho de muitas crianças que, infelizmente não receberiam nada nesse final de ano. Mas antes de expor minha idéia, gostaria de organizar um pouco as idéias que me foram enviadas
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Falta um pouco mais de dois meses para o Natal e como de costume é nessa época trocamos presentes, abraços e sorrisos -e mais presentes. Lembro-me bem que era nessa época que o tio .faso, quando era um pequeno menininho magrelo, ficava ansioso para receber aquele brinquedo que traria luz e felicidade pelos dias seguintes. Infelizmente nem todas as crianças podem ter esse privilégio.
Será que podemos fazer algo? Que tal usar as nossas habilidades manuais para criar sorrisos?
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Sabe quando você sente a necessidade de inovar? De fazer algo diferente do que você vem fazendo ultimamente? Pois bem, senti essa vontade louca de melhorar a vovó – não ela em si, mas a forma como eu a faço. > Continue lendo

Era uma sexta-feira muito fria. Na rua as pessoas não sabiam se deveriam andar depressa para fugir do frio ou se ele piorava com o andar apressado. Os poucos passarinhos que se aventuravam a voar pelo céu deveriam estar bem agasalhados, com seus vistosos cachecóis de lã, visto que lá em cima o vento corria livre e solto, como uma criança gordinha brincando na beira da praia. Na Vila dos Ipês não se via crianças em frente as casas – todas elas estavam encolhidas em seus cantos, brincado de forma contida para não quebrar as louças de suas respectivas mães. Mas na casa 14 o clima era diferente.