Uma marca-viva permite coisas impressionantes!
Por Tio .faso em 10 de outubro de 2009 às 16:41 (Sem comentários)
Nesse final de semana prolongado, começou a rolar no Twitter uma singela brincadeira alusiva ao Dia das Crianças: colocar como imagem de avatar uma foto do twitteiro quando criança. Como o twitter do .marcamaria é corporativo, o avatar é ocupado pelo sÃmbolo da marca, o Peixim Dourado, logo eu não poderia colocar uma foto minha na época de trufa de chocolate. Para não ficar fora, tive que criar uma nova imagem para ilustrar o avatar: um ovinho de peixei (ou caviar se você for comer) do Peixim.
Isso só é possÃvel por um conceito pouco difundido no mundo das marcas: a marca-viva.
Marca-viva como o próprio nome sugere, é uma marca que funciona como um ser vivente, ou seja, ela é mutável. Mas não mutável na forma como a Nickelodeon faz (com vários tipos de aplicações e formas. Veja esse post do Com Limão que você entenderá melhor). Uma marca-viva nasce, cresce e -por que não- morre como todos nós.
Você deve estar pensando que a marca-viva é nada mais que um mascote. Até certo ponto ela é, mas o principal diferença é que o mascote consegue se dissociar do Microverso da Marca (o mundo imaginário na qual a marca foi construÃda) criando o seu próprio universo, enquanto uma marca-viva está presa nesse mundo. Traduzindo: eu não poderia criar as aventuras do Peixim Dourado, criando irmãozinhos  e uma famÃlia para ele., pois assim ele se transformaria em um personagem/mascote.
O exemplo que descrevi no começo do post é um grande exemplo de como o sÃmbolo do .marcamaria está preso ao Microverso da Marca: se eu precisava mostrar um avatar com foto de bebê, tive que recorrer a qual tipo de ser seria o sÃmbolo se ele fosse criança. Por ser um peixe, a forma mais reconhecÃvel seria uma ova/ovo, mas mantendo as caracterÃsticas do sÃmbolo original.
Trabalhar com marcas-vivas dá mais trabalho, mas o leque de opções para interação com o público fruidor é impressionante!
Um super abraço,
tio .faso




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