Prévia: mini-mi Sketch

Já pensou em fazer um palmo do que você quiser? > Continue lendo

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Enquanto minhas Vovólimas digitavam seus textos na minha aula de informática, comecei a rabiscar um novo mini-mi. Um mini-mi famoso.

Juro que tentei deixar ele com cara de mau, mas não consegui. Realmente tudo que eu faço tem esse ar jujubento.
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No post anterior eu dei início a os processo de construção do Pé-grande e, pela primeira vez, resolvi brincar de bolar as coisas conforme eu ia desenvolvendo. Resolvi começar a matar algumas vontades antigas.
Quem me conhece pessoalmente, sabe que eu tenho a tendência a fazer bonecos pequenos, às vezes minúsculos. Um dos primeiros trabalhos comerciais do .marcamaria foram os Angelus – pequenos anjinhos jujubados:

Parte do Exército de 43 Angelus
Fizemos 43 dessas mini criaturas. Como o tio .faso era muito sem noção daquela época, tive a brilhante idéia de fazer os bonecos com mãos e pés que não chegavam a medir 1cm de comprimento. Tenho que confessar que foi uma tortura em forma de bonecagem.

Essa mocinha aí tá me dando trabalho – e olha que nem foi parar no pano ainda. É o encontro entre o que funciona no papel e que não funciona no pano.

Ontem (ou hoje, depende da sua referência) antes de dormir, dei uma fuçada na web para entender um pouco mais sobre o mito do Curupira e me surpreendi com o que descobri. > Continue lendo
No finalzinho do ano passado eu ganhei da senhora .marcamaria o livro Lendas e Fábulas do Folclore Brasileiro (Vol. 3 – Ed. Manole) e revivi um pouco da minha infância e aprendi coisas que nenhuma escola daqui ensina. Espiando pela web ou naquele monolito de plástico mais conhecido por televisão, é facil notar que as outras culturas valorizam sua história e crenças, mas aqui pro pessoal que mora na terrinha cinza (São Paulo), o que mais vale é o que vem de fora. Por que não fazemos o mesmo? Melhor: por que EU NÃO FIZ O MESMO?

Há uma lenda muito antiga que relata a aparição de um ser mágico tão antigo como o homem na Terra. Ele surge a cada mês e sua presença é sempre recebida com alerta e atenção – em alguns momentos sua fúria é imensa, causando pavor em todos os homens por perto. Quando triste, não há nada no mundo que o console.
Assim como o Saci e o Preto Velho, para acalmar o seu espírito é preciso fazer algumas oferendas, como dar chocolates, elogiar suas roupas, presentear com mimos, não comentar sobre sua forma física ou simplesmente afagar o seu ego; aliás, dizem que um dos melhores remédios para evitar problemas é evitar confrontos diretos ou ficar muito quieto.
Mas a convivência com esse monstro é uma coisa muito engraçada: o prenúncio da sua chegada causa arrepios em que está ao seu redor, mas quando ele se atrasa -ou pior, não vem- as pessoas entram em desespero por causa da saudade.
É assim todo mês. Ele vem e vai embora. Alguns sofrem com ele, outros nem tanto, mas no final todos conseguimos conviver com o Monstruação.
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