Um ano de Vovólima

A senhora mais jujubenta da web completa um aninho de vida. Leia uma nova estória e concorra a um mini livro!

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A primeira foto-novela estreada inteiramente por mini-mis. Contém muito amor e sexo, afinal até sexo de pelúcia vende. > Continue lendo

Um pequeno conto em homenagem ao Dia da Consciência Negra. > Continue lendo

Era tarde de terça. Fabine estava tomando um banho antes do almoço enquanto a Vovólima verificava sua agenda para ver quais lições ela tinha para fazer. Dentro dela, havia um bilhete da professora, pedindo para ela entrar em contato com a escola. Preocupada, ela liga para o colégio e fala durante alguns minutos com a “tia” da Fabine. Sua costumeira expressão de felicidade havia mudado.

Era uma sexta-feira muito fria. Na rua as pessoas não sabiam se deveriam andar depressa para fugir do frio ou se ele piorava com o andar apressado. Os poucos passarinhos que se aventuravam a voar pelo céu deveriam estar bem agasalhados, com seus vistosos cachecóis de lã, visto que lá em cima o vento corria livre e solto, como uma criança gordinha brincando na beira da praia. Na Vila dos Ipês não se via crianças em frente as casas – todas elas estavam encolhidas em seus cantos, brincado de forma contida para não quebrar as louças de suas respectivas mães. Mas na casa 14 o clima era diferente.

Aviso: Essa é a terceira parte da estórinha da Kiki. Se você não acompanhou os causos ainda, recomendo dar um pulinho aqui primeiro e depois aqui. Mas se você já leu tudo, então > Continue lendo
O ônibus tomava o seu rumo. Ruas e mais ruas passavam diante dos olhos da Kiki e aquele choro era a única constante no entra e sai dos passageiros. Aquilo estava a perturbando profundamente, mas ela não sabia como agir.
No meio da viagem, para um destino que ela não fazia a menor idéia de qual era, Kiki pode se sentar bem atrás da menina do microscópio ao lado. A sua dor provocava um enorme peso no coração da menina de cabelos rosa, o qual se enchia de agonia e sofrimento que ela desconhecia.

Era uma tarde de sexta-feira. Kiki estava com sono e querendo ir para sua casa descansar, mas precisava ficar ali naquela aula de laboratório. O professor todo animado falava sobre células humanas e vegetais e a única coisa que ela pensava era em seu travesseiro. Ele era tão fofo e acolhedor e não se importava nem um pouco em ficar com ela.

Imagine que um belo dia você acorda, meio atordoado e descobre que você tem um poder único, que ninguém tem: você pode roubar os pensamentos dos outros. Como que você reagiria? Será que você se assustaria? Será que você tiraria vantagem disso ou ajudaria os outros?
Kiki é uma jovem de 16 anos que acaba de se ver na situação acima. De uma hora para outra, pela pode pegar aquilo que você apenas tem em mente. O que será que isso causará nela?
E você? Quais pensamentos você não gostaria que fossem roubados? Quais você deixaria? > Continue lendo

Era uma tarde quente e suave na Vila dos Ipês. Cachorros e gatos preguiçosamente dormiam nas sombras das árvores e carros, crianças brincavam de pega-pega, vovós sentavam-se em frente as TVs para ver aquele programa de receitas. Na casa 14, esse tempo era curtido de forma diferente. > Continue lendo