A voz do silêncio

Era tarde de terça. Fabine estava tomando um banho antes do almoço enquanto a Vovólima verificava sua agenda para ver quais lições ela tinha para fazer. Dentro dela, havia um bilhete da professora, pedindo para ela entrar em contato com a escola. Preocupada, ela liga para o colégio e fala durante alguns minutos com a “tia” da Fabine. Sua costumeira expressão de felicidade havia mudado.




Nesses tempos em que a Vovólima não quer me dizer os seus novos segredos e estórias, minha mente se abre para perceber algumas coisas surpreendentes.


Durante o jantar a mente da Vovólima era inundada por pensamentos da sua juventude e como a sua vida havia caminhado até aquele momento. A indagação de Fabine sobre o seu Nasório havia ativado uma torrencial de informações sobre aquele senhor que tanto lhe fazia bem.










